
O meu respeito pelas boas histórias vem da força com que elas conseguem me carregar pelas linhas e parágrafos a ponto de eu não mais identificar o próprio corpo que respira, a própria mão que segura o livro... Como se eu caminhasse com passos de quem já não se reconhece nos próprios pés, e por incrível que pareça, acaba com o andar ainda mais leve ao invés de traçar um caminho desastrado.
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